22.10.2012

Os tímidos nunca estiveram tanto no centro das atenções.

Pode parecer uma ironia, mas os tímidos nunca estiveram tanto no centro das atenções. Avessos a holofotes, flashes e olhares alheios, eles viraram assunto recorrente desde que a pesquisadora e escritora americana Susan Cain lançou nos Estados Unidos, o livro O Poder dos Quietos – Como os Tímidos e Introvertidos Podem Mudar um Mundo Que Não Para de Falar, recém-publicado no Brasil.
O trabalho, amplamente debatido, inclusive em mesas de bar, serviu para destacar as vantagens de pertencer à turma dos que gostam de passar despercebidos. “Vivemos em um mundo tão expansivo, tão desprovido de tempo de inatividade, que perdemos de vista o nosso lado introvertido”, afirma Susan.
Um estudo do Instituto Norueguês de Saúde Pública, por exemplo, acompanhou 921 crianças com idade entre 18 meses e 12 anos e meio e concluiu que os tímidos são mais propensos a sofrer de ansiedade e depressão no início da adolescência. Pesquisas feitas no Laboratório para o Desenvolvimento Infantil, na americana Universidade Harvard, avaliaram que a amígdala, área do cérebro conhecida como centro de prazer, teria grande influência na determinação das características de introspeccão ou extroversão.
Confira no Jornal:  http://bit.ly/TsWmxU
(Matéria publicada no jornal Folha do E.Santo, no dia 20/10/2012)
19.09.2012

A redenção dos tímidos

 

FONTE: Revista Saúde é vital

14.08.2012

O que falta para um brainstorming funcionar bem?

*Por Gisela Kassoy

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Foi praticamente com a criação do brainstorming, quase nos longínquos anos 50, que as ideias deixaram de ser reféns da inspiração ocasional.

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De fato, a partir de umas regras simples tais como adiar o julgamento, oferecer muitas ideias e pegar carona nas propostas alheias, a mente passa a dar vazão a todo o tipo de ideias, inclusive aquelas que farão toda a diferença para a situação proposta.

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Entretanto, por ser uma metodologia antiga e consagrada, o brainstorming já sofreu algumas deturpações, sendo a mais comum a transformação da tempestade cerebral (esta é a tradução literal do termo) em garoinha fina, ou seja, em vez de colocar todas as ideias, sem censura, as pessoas fazem uma lista acanhada de soluções-clichê para a situação.

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Vira e mexe é publicado algum artigo ou estudo dizendo que o brainstorming não é uma técnica eficaz. O artigo “The Brainstorming Myth”, escrito por Jonah Lehrer, defende a crítica como uma forma de aprimorar as ideias.  Ele tem toda razão, mas negligencia o fato de que o brainstorming tem duas etapas – a segunda delas justamente dedicada às críticas.

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Os tímidos também tem suas queixas: Susan Cain, no livro “O Poder dos Quietos”, reclama de um mundo injusto, no qual os introvertidos não tem vez, embora possam ser bastante criativos. De fato, usando a classificação de tipos psicológicos de Myers Briggs, ouso dizer que os introvertidos precisam elaborar seu pensamento antes de verbalizá-lo, enquanto os extrovertidos pensam em voz alta. Vantagem para os extrovertidos. Entretanto, os tímidos não foram abandonados. Ferramentas com o pensamento lateral, mais racional e estruturado, se adéquam perfeitamente aos que preferem elaborar em silêncio.

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Por outro lado, o brainstorming evoluiu. Por exemplo, por se conhecer melhor o funcionamento do cérebro, foi acrescentada uma nova regra, a de se esforçar para ter novas ideias. Aliás, esta regra é quase um slogan na IDEO, empresa criadora da metodologia do Design Thinking, onde o brainstorming é reverenciado.

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Temos brainstomings com post its, brainstormings eletrônicos, brainstormings propositalmente em mesas de bar ou locais que favorecem um clima de abertura.

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Mas para quem ainda não conseguiu tirar proveito dele, o que falta? Talvez entender o papel do facilitador. Scott Berkun, autor de vários artigos sobre o tema, afirma que criticar uma experiência de brainstorming que não tinha um facilitador é o mesmo que criticar uma cirurgia feita sem nenhum cirurgião presente.

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E por que isso? Em primeiro lugar porque o facilitador é neutro. Ele não torce por nenhuma ideia, nem está preocupado em não contrariar determinados participantes. Seu foco é o processo e como torná-lo mais produtivo.

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Por isso mesmo, o facilitador precisa saber analisar e respeitar a cultura do grupo. Se há pessoas extremamente críticas ou pessoas que se deixarão intimidar pelas críticas, mesmo as que surgirem após o brainstorming, talvez seja mais aconselhável usar outra ferramenta. Um bom facilitador conhece várias delas, e tem condições de optar pela mais adequada.

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Além das ferramentas, um bom facilitador conhece os fenômenos típicos da dinâmica dos grupos. Por exemplo, um grupo ousa pouco se estiver na fase de inclusão, mas tende à conformidade de ideias se tiver muita convivência. É preciso saber administrar os comportamentos típicos de cada etapa.

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Outro aspecto importante é a diversidade de conhecimento. Na teoria, os melhores grupos são aqueles que envolvem pessoas com expertises e pontos de vista diferentes. Nos grupos que envolvem co-criação, clientes, fornecedores ou membros de comunidades envolvidas com os projetos, estarão presentes. Mais uma vez, é o facilitador que garante que um participante não se sinta com mais ou menos poder e responsabilidade justamente em função de seu papel. E finalmente, o facilitador dará espaço para os injustiçados tímidos.

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FONTE: Inteligemcia

26.07.2012

Lista reúne best-sellers com preço promocional

A Livraria da Folha reuniu os livros mais vendidos com descontos imperdíveis. ”Guia Politicamente Incorreto da Filosofia”, “O Poder dos Quietos”, ”Jogos Vorazes”, ”Memórias de uma Guerra Suja” estão entre os destaques. A promoção é válida por tempo limitado ou enquanto durarem os estoques.

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A entrega dos produtos é feita em todos os Estados do Brasil pelo Transfolha, empresa de logística que atende a Livraria, ou pelos Correios, dependendo da cidade. Os pedidos podem ser feitos no site ou pelo televendas 0800-140090.

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A Livraria da Folha traz informações detalhadas sobre as obras e oferece um sistema de busca diferenciado, com o objetivo de facilitar a pesquisa de livros, DVDs e Blu-rays para os consumidores. O pagamento pode ser feito via boleto bancário ou então com os cartões de crédito Visa, Mastercard, AmericanExpress e Diners Club.

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Fonte: Folha de S. Paulo

18.06.2012

Ser extrovertido é uma característica que faz toda a diferença. Será mesmo?

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Ser extrovertido é uma característica que faz toda a diferença, pois torna as crianças mais sociáveis, os adultos mais aptos ao trabalho em equipe e a cargos de liderança, além, é claro, de serem pessoas mais simpáticas e, consequentemente, mais felizes. Será mesmo?

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Há muito tempo que essas teorias estão sendo encaradas como verdade absoluta. A introverão é vista como algo negativo, um traço de personalidade de segunda classe, enquanto a extroversão é considerada um padrão a ser seguido. Fazem parte do culto à personalidade.

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Mas a realidade não é bem assim. O livro O poder dos quietos (Editora Agir), embasado por estudos científicos e por um extenso trabalho de pesquisa, mostra que quem abraça esse ideal está cometendo um erro grave e que a introversão é ingrediente fundamental para a criatividade e a inovação.

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O objetivo do livro não é condenar a extroversão, muito pelo contrário. A autora Susan Cain, uma tímida assumida e bem sucedida, mostra que essa característica tem suas vantagens e chama a atenção para a necessidade de uma estrutura social que contemple ambas as personalidades e respeite as diferenças entre elas, pois mais importante que ser extrovertido ou introvertido é saber como utilizar bem essas características.

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Num mundo em que o descolado é supervalorizado e a colaboração se tornou a chave para multiplicar o sucesso, os quietos são criticados desde a infância, na família e na escola, e comparados negativamente aos extrovertidos. Mas estudos mostram que a introversão pode ser uma característica positiva, pois são pessoas que precisam de mais tranquilidade e privacidade para trabalhar melhor.

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Algumas das maiores ideias humanas — teoria da evolução, teoria da relatividade, os girassóis de Van Gogh, os noturnos de Chopin, os computadores pessoais, o Google — vieram de pessoas quietas e introvertidas.

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O poder dos quietos leva o leitor, seja ele introvertido ou extrovertido, a se aprofundar no comportamento humano e mudar a maneira pela qual enxerga a si mesmo.

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FONTE: Ei Mulher

14.06.2012

How Introverts Are Changing The World

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08.06.2012

O Poder dos Quietos

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04.06.2012

Pesquisa aponta que pessoas introvertidas são mais criativas

Numa época em que a sociedade privilegia os extrovertidos, duas escritoras têm causado descorforto ao afirmar que pessoas introvertidas podem ter mais sucesso e ser mais produtivas. A norte-americana Susan Cain, responsável por “O poder dos quietos”, e a executiva em negócios e coach Jennifer Kahnweiler, autora de “The Introverted Leader: Building on Your Quiet Strengh” (ainda sem título em português), revelam que a introversão pode ser um ingrediente fundamental para a criatividade e a inovação.

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Os introvertidos, em geral, são representados nas carreiras científicas. Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais influentes do mundo, se encaixa no perfil. Assim como o revolucionário cineasta Steven Spielberg e o pai da física Albert Einstein. Para as escritoras, pessoas introvertidas são mais pacientes, focadas, observadoras, informadas e criativas.

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Embasada por estudos científicos e muita pesquisa, Susan Cain afirma que o extrovertido é sedutor, mas foi modificado por um modelo opressivo em que muitos, mesmo contra sua própria personalidade, se acham impostos a assumir. Para ela, essa obrigação tem se revelado um grande desperdício de talento, energia e felicidade.

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No livro, ela afirma que algumas das maiores ideias dos homens, desde a teoria da evolução até a tecnologia mais avançada, foram formatadas por pessoas quietas, que sabiam como se comunicar com seus universos interiores. “Sem os introvertidos, não haveria a teoria da relatividade, os noturnos de Chopin, o Google”, afirma.

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FONTE: FM Diário

01.06.2012

Livro ‘O Poder dos Quietos’ é um dos mais vendidos no Brasil

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O Poder dos Quietos, da autora americana Susan Cain (foto), repete o sucesso internacional e figura entre os livros mais vendidos do Brasil, aparecendo nas listas dos jornais Valor Econômico (1º lugar), Folha de S. Paulo (2º lugar), O Estado de S. Paulo (3º lugar) e na revista Veja (6º lugar).

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A obra mostra como os tímidos e introvertidos são subvalorizados no competitivo mercado de trabalho, e como a própria empresa e o funcionário perdem com isso. A autora questiona os valores dominantes no mundo empresarial moderno, no qual a colaboração forçada pode bloquear o caminho da inovação e o potencial de liderança dos introvertidos.

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Susan ainda apresenta histórias de pessoas introvertidas que atingiram o sucesso, além de oferecer conselhos sobre como os tímidos podem tirar vantagem das suas características.

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A edição brasileira da obra conta com uma apresentação do escritor e administrador de empresas Max Gehringer.

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FONTE: Cultura News

28.05.2012

O poder dos quietos

Em fevereiro, na edição 718 de ÉPOCA, a matéria de capa falava sobre timidez. A reportagem foi baseada em um livro da Susan Cain, uma tímida assumida e bem sucedida que resolveu mostrar as vantagens dessa característica. O livro seria lançado no Brasil em maio, e aqui estou eu com a versão traduzida nas mãos. Quando li a obra em inglês para fazer a matéria, o capítulo final me chamou atenção. Ele tem um clima meio “autoajuda”, mas nem por isso deixa de ser bom. Agora traduzido, reproduzo um pedaço desse capítulo aqui, pois acho que vale a pena ser compartilhado:

 

“O amor é essencial; a sociabilidade é opcional. Valorize aqueles mais próximos e queridos para você. Trabalhe com colegas de quem goste e a quem respeite, e não se preocupe em socializar com todos os outros. Relacionamentos deixam todos mais felizes, inclusive introvertidos, mas pense mais na qualidade do que na quantidade. O segredo da vida é colocar a si mesmo sob a luz certa. Para alguns são os holofotes da Broadway; para outros, uma escrivaninha iluminada.

 

 

Descubra qual deve ser a sua contribuição para o mundo e assegure-se de contribuir. Se para isso for necessário falar em público ou desempenhar outras atividades que o deixam desconfortável, faça assim mesmo. Mas aceite que são atividades difíceis, treine o necessário para facilitá-las e recompense a si mesmo quando terminar.

 

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FONTE: ÉPOCA